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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015



Por onde andas minha amiga, minha amante, minha rainha.
Porque estás tão distante?
Em qual castelo tua nobreza te escondeu?
A vaidade da corte, a realeza te subiu a cabeça?
Esqueceste deste deste pobre e humilde camponês,
que ia mendigar a tua beleza uma vez por mês.

Olhando de longe com toda sutileza, teu sorriso de princesa.
Nobres fidalgos, príncipes e até reis,
Talvez! não tenha o desejo que tenho por ti, tenha certeza.
Ao longe, te observo, na sacada de tua janela.
Minha rainha! Como és bela!

Igual ao conto de fadas, serei um  príncipe até a meia noite.
A terei em meu braços numa dança magistral.
Aplacarei meus desejos afinal.
Só tem um problema: Será que vão deixar um plebeu nesta festa Real?

                                                                  Chico Gouveia


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