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segunda-feira, 17 de julho de 2017



DEUS: UM CRIADOR
ORGANIZADO!

Por acaso você conhece os mistérios de Deus? È capaz de compreender o Todo Poderoso na sua pureza e perfeição?...Deus é maior do que a Terra e mais vasto que o mar. Jó 11: 7, 8  e 9.


Como supremo Soberano Criador do Universo, Deus ordenou leis para o governo não só de todos os  seres vivos, mas de todas as operações da natureza. Todas as coisas,  quer grandes quer pequenas, animadas ou inanimadas, acham-se  sujeitas a leis fixas, que não podem ser desrespeitadas. Deus criou a perfeição e não o caos.

 Não há  exceções a essa regra; pois coisa alguma feita pela mão divina, foi  esquecida pela mente divina. Mas se bem que tudo na natureza  seja governado pela lei natural, apenas o ser humano, como ser  inteligente, capaz de compreender suas reivindicações, e responsável  a lei moral.
Ao ser humano unicamente, a coroa de Sua criação, deu  Deus uma consciência, para reconhecer as sagradas reivindicações  da lei divina, e deu-lhe um coração capaz de ama-la como santa,  justa e boa que e; e do ser humano e requerida pronta e perfeita  obediência. Mas Deus não o obriga a obedecer; deixa-o como livre agente moral.


Poucos, apenas, compreendem o assunto da responsabilidade pessoal do ser humano; e, no entanto e questão de maior importância.
Podemos cada qual, obedecer e viver, ou podemos transgredir a lei  de Deus, desafiar-Lhe a autoridade, e receber a punição devida. Vem, pois, a toda pessoa, com força, a questão: Deverei obedecer a voz
do céu, aos dez mandamentos proferidos do Sinai, ou seguirei a multidão que despreza essa lei eterna?

 Aos que amam a Deus será  o mais alto deleite obedecer a Seus mandamentos, e fazer as coisas  que Lhe agradam. Mas o coração natural aborrece a lei de Deus,  e guerreia contra suas santas reivindicações. As pessoas cerram o  coração a luz divina, recusando-se a andar nela, ao brilhar sobre elas.  Sacrificam a pureza de coração, o favor de Deus e sua esperança do  céu, pela egoísta satisfação do ganho profano.
Diz o salmista: “A lei do Senhor e perfeita”. Salmos 19:7.

Quão  maravilhosa em sua simplicidade, sua amplidão e perfeição, e a lei de Jeová! E tão breve que facilmente podemos decorar cada  um de seus preceitos, mas tão vasta que exprime toda a vontade  de Deus, e toma conhecimento, não só das ações exteriores, mas  dos ensinamentos e intenções, dos desejos e emoções do coração.
Não podem fazer isso as leis humanas. Só podem tratar das ações exteriores.
Pode alguém ser transgressor e, no entanto esconder dos olhos humanos os seus maus atos; pode ele ser criminoso, ladrão assassino ou adúltero, mas enquanto não for descoberto, não o  pode a lei condenar como culpado.

A lei de Deus denuncia o ciúme,  a inveja, o ódio, a malignidade, a vingança, a concupiscência e a ambição que brotam no coração, mas não encontraram expressão em  ato exterior, porque faltou ocasião, e não vontade. E essas emoções  pecaminosas serão tomadas em conta no dia em que “Deus há de  trazer a juízo todas as obras, ate as que estão escondidas, quer sejam  boas, quer sejam mas”. Eclesiastes 2: 14.

Obediência traz felicidade — A lei de Deus e simples e fácil  de se compreender. Ha pessoas que se gabam orgulhosamente de só crer naquilo que compreendem esquecidos de que ha mistérios na vida humana e na manifestação do poder de Deus nas obras da  natureza mistérios que a mais profunda filosofia, as mais extensas  pesquisas, são incapazes de explicar. Mas não existe mistério na lei de Deus.

Todos podem compreender as grandes verdades que  ela encerra. A mente mais fraca pode aprender essas regras; o mais  ignorante pode reger a vida, e formar o caráter, de acordo com a  norma divina. Se os filhos dos homens, segundo o melhor de sua  habilidade, obedecessem a essa lei, adquiririam forca mental e poder  de discernimento para compreender ainda mais dos propósitos e  planos de Deus. E esse progresso seria continuo, não apenas durante  a vida presente, mas através dos séculos eternos; pois, por muito que  avancemos no conhecimento da sabedoria e poder de Deus, sempre  há um infinito alem.

A lei divina requer que amemos a Deus supremamente e ao  nosso próximo como a nos mesmos. Sem o exercício desse amor, a mais alta profissão de Fe e mera hipocrisia. E necessária a obediência a lei, não só para nossa salvação, mas  para a felicidade nossa e de todos aqueles com quem nos relacionamos.
“Muita paz tem os que amam a Tua lei, e para eles não há  tropeço” (Salmos 119:165), diz a Palavra inspirada. Todavia homens  finitos apresentam ao povo essa lei santa, justa e boa, essa lei da liberdade, que o próprio Criador adaptou as necessidades humanas,  como um jugo de servidão, jugo que pessoa alguma e capaz de suportar.
E, porem, o pecador que considera a lei como jugo penoso;
e o transgressor que não vê beleza em seus preceitos. Pois a mente carnal “não e sujeita a lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser”.
Romanos 8: 7
Muito além dos “nãos” Vivemos numa época de grande  impiedade. Multidões se acham escravizadas por costumes pecaminosos
e hábitos maus, e os grilhões que as prendem são difíceis de   romper. A iniquidade, qual inundação, cobre a Terra. Crimes quase  terríveis demais para serem mencionados, são de ocorrência diária. E até aqueles que professam serem vigias nos muros de Sião nos ensinam que a lei se destinava aos judeus tão somente, e tornou-se ultrapassada com os gloriosos privilégios que introduziram a dispensação evangélica.

Não haverá uma relação entre a dominante ilegalidade e  crime, e o fato de que pastores e povo mantém e ensinam que a lei  já não esta em vigência?

O poder de condenação da lei de Deus estende-se não só as coisas que praticamos, mas as coisas que deixamos de praticar.  Não nos devemos justificar ao omitirmos a pratica das coisas que  Deus requer. Devemos não só cessar de fazer o mal, mas também  aprender a fazer o bem. Concedeu-nos Deus faculdades que devem  ser exercitadas em boas obras; e se essas faculdades não forem postas  em uso, abertamente seremos considerados servos maus e negligentes.

Podemos não ter cometido pecados graves; essas ofensas podem não estar registradas contra nos no livro de Deus; mas o fato de  que nossos atos não estão registrados como puros, bons, elevados  e nobres, demonstrando que não usamos os talentos que nos foram confiados, isso nos coloca sob condenação.

A lei de Deus já existia antes de ter sido criado o ser humano.
Adaptava- se as condições de seres santos; mesmo os anjos eram por ela governados. Depois da queda, não foram alterados os princípios de justiça. Coisa alguma foi tirada da lei; nem um único de seus santos preceitos era susceptível de ser aperfeiçoado. E como existiu  desde o principio, assim continuara a existir através dos séculos eternos.
“Acerca dos Teus testemunhos”, diz o salmista, “soube, desde a antiguidade, que Tu os fundaste para sempre”. Salmos 119:152.


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